Torneio Autonomia - 3ª e 4ª Jornada

Associação de Karaté da Região Autónoma da Madeira, Instituição exemplar da desorganização e despromoção da Modalidade.

Como pai de um atleta e defensor de que a formação desportiva tem como objectivo promover a aquisição de conhecimentos pela via não-académica, estou indignado com o comportamento anti-formativo da organização da 3ª a 4ª Jornada do Torneio da Autonomia, penso que seja a Instituição de Utilidade Pública AKRAM. Instituição que tem por obrigatoriedade/objectivo promover e aperfeiçoar qualitativa e quantitativamente a prática desportiva, contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à prática desportiva, facilitar a selecção e detecção de talentos.

Penso que Falham Redondamente.

Já na 3ª Jornada em Santa Cruz, a DESORGANIZAÇÃO foi de tal forma a que se fosse efectuado uma estatística da gestão do tempo, deve-se ter perdido na parta da manhã cerca de 1:30 horas.
Ora já nesta altura deixei um comentário no site da ASKKM Associação Shotokan Karaté Kokusai Madeira a transmitir esta falta de profissionalismo, e já com a intenção de retirar o meu filho dos torneios promovidos pela AKRAM, a exemplo de muitos país. Ainda ontem estava a abordar esta situação com um dos pais e outro disse logo, "Ele só vem aqui treinar e já está bom. Não tenho paciência para estar nestes torneios sem Organização."

Nesta 4ª Jornada, então foi pior.
Falta de Profissionalismo na organização de gestão do tempo, e
Falta de seriedade nos sorteios e classificações.

1 - FALTA DE PROFISSIONALISMO NA GESTÃO DO TEMPO:
Não fui ao pavilhão com o intuito de contabilizar o tempo que se perde, mas sim proporcionar ao meu filho alegria de aprender a competir e principalmente saber conviver com os seus "amigos" adversários. Para lá estar tive que alterar o rumo de alguns compromissos meus, e do meu filho e a Mãe que tinha estado de Serviço na noite anterior na Cruz Vermelha, fez também o esforço de estar presente.

Ora, a Desorganização foi de tal forma que não nos passou despercebido (Aos Pais) e permitiu filmar uma resenha de 10 minutos e, por vezes, já irritado, Chamar em voz alta a "Supervisora" ou "Juiz-Árbitro" e perguntei-lhe se não conseguia dar seguimento que assim iria retirar o meu filho do recinto e me ausentar. O melhor mesmo foi ela olhar e não responder.

Vídeos desta resenha:







Verifiquei que desde a chamada dos atletas até a sua competição, perde-se muito tempo, tendo que ser efectuado novamente a chamada pelo facto de os atletas se dispersarem. Podem dizer: "Ah eles têm que ficar quietos na zona de chamada até competirem.", pois mas são miúdos de 3, 4,5 e 6 anos. Tenham uma especial atenção a estes miúdos porque adquirem conhecimentos com facilidade através de exemplos e se estiverem envolvidos num ambiente desorganizado, futuramente não terão muitas boas referências.

Por favor, solicito que mudem o regulamento de forma que os miúdos e os pais não necessitem de estar muito tempo no recinto. Desta forma estarão cada vez menos atletas e público nos vossos recintos.


2 - FALTA DE SERIEDADE NOS SORTEIOS E CLASSIFICAÇÕES

Quando falo em falta de seriedade nos sorteios e classificações, antes de mais não quero fazer parecer que não estou de acordo com as decisões dos árbitros (Não tenho conhecimento técnico para tal) e não conheço o(s) regulamento(s) de competição.

Falo em Falta de Seriedade nos Sorteios e Classificações pelo FACTO de o meu filho ter combatido no Kumité uma só vez e ter perdido por 2-1, uma outra equipa combateu pelo menos 4 vezes e não ficou nos 3 primeiros, (...) e o meu filho ficou em 2º Lugar de 5 equipas.

É Ridículo!

Já agora porque é que não ficou em 1º?

Vejam se ainda conseguem.

3º Jornada Torneio da Autonomia - Madeira (CKC)

14 de Março de 2009 | Local: Pavilhão de Santa Cruz Escalões: Iniciados a Juvenis A/B/C e Senior B/C.
Lista de Vídeos:


Alguns vencedores:

Relatório de Curso 2008: Cruz Vermelha Portuguesa -Madeira - TAT


Relatório da Formanda: Vanda Cristina Vieira Abreu Azevedo

Aspectos pessoais

Ajudar as pessoas a nível do socorrismo é algo muito gratificante que se faz com muito prazer e num espírito de entrega à saúde e bem-estar do próximo. Foi neste contexto que nasceu o desejo de aperfeiçoar os conhecimentos anteriormente adquiridos e desempenhar funções nesta área.
A participação no Curso de Tripulantes de Ambulância de Transporte (TAT) foi de uma grande importância na minha vida: aprendi muito, cresci e progredi enquanto ser humano, ganhei experiência em socorrismo e termino com o desejo de aperfeiçoar-me cada vez mais.

Apreciação geral do curso

Apresento agora a minha apreciação geral sobre o curso. Falarei sobre os pontos fortes da formação e sobre aqueles que considero mais fracos e apresentarei algumas soluções que, em meu entender, poderão colmatar os aspectos menos positivos.

1. Selecção
Na minha opinião o modo de selecção dos voluntários deveria ser mais exigente privilegiando três aspectos:
- Entrevista de selecção;
- Idade mínima de candidatura (não menos de 17 anos);
- Exames médicos – aproveito para salientar que é extrema importância os voluntários fazerem anualmente exames médicos. Caso o candidato a voluntário tiver alguma doença, ao fazer o exame médico rapidamente será diagnosticada impossibilitando assim a atribuição de culpas por um hipotético contágio ao exercício do voluntariado. A realização de exames médicos na admissão e anualmente serviria igualmente para atestar a aptidão do voluntário.

2. Preparação física e ordem unida
Neste ponto tenho apenas um pormenor a salientar: no final de cada sessão deveríamos efectuar alguns alongamentos, a fim de evitarmos futuras lesões.

3. Formação e formadores
Considero que os formadores estiveram à altura e aproveito para felicitar os seguintes formadores: Toni, Susana e David Ornelas.

Mas, apesar do louvor, deixo uma crítica: deveríamos ter mais tempo para fazer trabalhos práticos, principalmente na parte dos traumatismos (para irmos melhor preparados para o estágio). Nesse caso, o tempo de formação deveria ser mais alargado.

Também considero pertinente sugerir que no decorrer da formação houvesse mais depoimentos de situações reais “tipo casebook”, através de fotos ou, por exemplo, de palestras dadas por pessoas com experiência adquirida em situações já passadas, ou até mesmo pelos próprios formadores, que nos expusessem os casos, como reagiram, o que correu bem e mal e o que não poderia acontecer de maneira nenhuma.

4. Rádio Operador
Relativamente à carga horária considero que foi adequada.
Penso que poderíamos ter feito uma visita de estudo às instalações do SRPC com o objectivo de termos a noção de como funciona “o grande centro regional de distribuição de informação”.

5. Estágio
Não desprezando as outras fases da formação, em minha opinião, esta é a etapa de maior relevância, pelo facto de começarmos aqui a aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, uma vez que já estamos no “terreno” em contacto com a vítima, com a Protecção Civil ou com alguém que pede socorro via telefone.

5.1 Chefes
Relativamente aos chefes, creio que a Cruz Vermelha tem excelentes pessoas a desempenharem estas funções, apesar de não conhecer todos, devido às minhas restrições de horário.

Concordo com o sistema de os estagiários passarem por todos os chefes, mas aqui deixo mais uma pequena crítica: acho que no início do estágio os chefes deveriam reunir-se com o elemento que está a coordenar a formação a fim de apresentarem um plano de estágio e de delinearem alguns pontos fulcrais, como por exemplo em caso de ausência de serviço fazerem uma hora de formação não só para os estagiários como também para os voluntários.

Nos serviços, acho que os chefes deveriam de estar mais atentos aos estagiários ou pedirem informações sobre o que correu menos bem e, sem muito “espalhafato”, explicarem, construtivamente, como se deve fazer, e quais os pormenores que não se pode deixar passar.

Acredito que que estas pequenas arrestas poderiam ser limadas com a tal reunião prévia antes do estágio.

6. Formadores / Instrutores
Quero agradecer a todos os Formadores e Instrutores pelo tempo dispensado, por formar e instruir esta equipa de novos Voluntários de 2008.

Bem-haja para todos!
” Juntos Fazemos a Diferença!”

Bordado Madeira


Oliveiras Bordados cria site e aposta na inovação

Uma das mais antigas casas de bordado da Madeira apresentou recentemente o seu site. Em http://www.oliveirasbordados.com.pt/, a empresa Oliveiras Bordados leva o utilizador a conhecer as novas tendências e todo o processo de criação do bordado Madeira.
Esta casa, reconhecidamente das mais prestigiadas do seu género no arquipélago, deu outro passo em frente, quando também há pouco tempo se associou à estilista Mara Rodrigues para a criação de uma linha de roupa moderna e sofisticada, na qual o bordado aparece como uma mais-valia do produto.
Qualquer peça da colecção (exclusiva) assinada por Mara Rodrigues pode ser adquirida num dos quatro espaços da empresa - Salão de Vendas Oliveiras, Arte Ricamo, Bazar Oliveiras e Alfândega Velha Wine Shop Souveniers.

4ª Jornada Campeonato CKC/ASKKM - 25 11 2007

Demonstração - Kata

Torneio Autonomia - Pré-Infantis IPPON KUMITÉ




António Azevedo no seu 1º IPPON KUMITÉ (Combate).

Imagem animada, com qualidade gráfica reduzida, mas com MUITA QUALIDADE PEDAGÓGICA.

É caso para dizer: aos trés karatecas "NO KACHI" (Vencedores)
Parabéns.

Menos Importante mas... O António e o Rodrigo ficaram em 2º lugar e o Tomás em 3º.

















Os Incorrigíveis comentam "socolari"


Os humoristas comentam a atitude de Scolari na tentativa de agressão ao jogador sérvio.